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sexta-feira, 11 de março de 2011

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quinta-feira, 10 de março de 2011


Aglomerado de galáxias mais antigo já encontrado intriga astrônomos

Estrutura não se comporta como pesquisadores esperavam.Descoberta pode gerar revisão das teorias da origem do Universo.

Um aglomerado de galáxias que parece já maduro mesmo no início da formação do Universo intriga cientistas do Observatório Austral Europeu (ESO, na sigla em inglês), segundo estudo divulgado nesta quarta-feira (9) pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.

Os chamados "aglomerados de galáxias" são as maiores estruturas do Universo. Como o nome diz, eles são grupos de galáxias que se unem forçadas pela gravidade. Por isso, os astrônomos acreditam que a formação deles demore, bastante. O aglomerado encontrado pelo ESO, no entanto, já parece ser estável e maduro mesmo quando o Universo estava em seus primeiros bilhões de anos.
Encontrar algo assim é "muito raro", segundo o autor da pesquisa, Michael Golbat. Mas, se outras estruturas parecidas forem descobertas pode ser necessário rever as teorias sobre a origem do Universo.
DNA ‘a menos’ fez homem ter cérebro grande e pênis sem pelos
Ausência de certas sequências de DNA seria o que nos torna humanos.Grupo americano publicou resultados nesta quarta-feira (9).
O que nos torna humanos? O que nos separa dos animais? Segundo um grupo de cientistas dos Estados Unidos essa resposta não está naquilo que temos “a mais” que os animais. Está no que temos “a menos”.
Segundo a pesquisa, publicada na edição desta semana da revista científica internacional ‘Nature’, pequenos trechos de DNA que existem em chimpanzés e outros animais e que não existem em seres humanos são o que nos torna, de fato, humanos.
O DNA é composto tanto de pedaços de genes que “produzem” proteínas quanto de pedaços chamados “não-codificantes”. Esse segundo tipo controla a ação do primeiro. As sequências que “faltam” nos seres humanos em comparação com os animais são exatamente de DNA não-codificante.
Entre elas, está uma específica que controla um hormônio responsável pelo surgimento de pelos e ossos no pênis de chimpanzés e roedores. Sem ela, o órgão sexual masculino de seres humanos acabou diferente de outros animais. O fato de o pênis humano não ter osso é uma das razões pelas quais os cientistas acreditam que o Homo sapiens acabou desenvolvendo a monogamia.
Outra sequência “faltando” em humanos fica perto de um gene que controla a morte de neurônios para evitar o surgimento de tumores no cérebro. Sem ela, foi possível que o homem desenvolvesse um cérebro maior que o dos outros primatas.
De acordo com Gill Bejerano, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, essas “perdas” de DNA aconteceram ao longo da evolução da espécie. Ao todo, a equipe identificou 510 sequências de DNA em chimpanzés e outros animais que estão ausentes em seres humanos.
FONTE: Site G1

quarta-feira, 2 de março de 2011

Facebook

Boa Tarde!!!
Pois é galerinha, faz um certo tempinho que não posto nada aqui, né? Mas agora com uma vidinha e apenas uma simples estudante terei tempo incondicional para o blog.
Há um certo tempinho atrás postei o seguinte sentimento que estava tomando conta de mim e resolvi postar no Twiteer e também no Facebook. Que é o seguinte:
Os acasos da vida...
Sab... por instantes a gente fica se perguntando se há algum problema particular para os acasos da vida. Hj tive uma palestra com a facilitadora Vera Gabler e em um trecho falava sobre os acasos da vida q nada acontece por acaso e q só o acaso aparece para as pessoas atentas as oportunidades. Qm sab este seja meu defeito, estar desatenta aos acontecimentos, aos acasos da vida... para as oportunidades q a vida nos dá... Ontm a noit me questionava à Deus se eu era incapaz d sonhar e realizar estes sonhos. ou o q eu peço seja grandioso demais para mim, ou apenas mais uma vez naum é o momento certo para acontecer. Raiva?? Não. Qm sab Deus tenha propósitos maiores para mim... Q Ele não tenha me esquecido, o q acredito fielmente q não. Pois é, acho q sonhei alto demais e o tombo, posso garantir a vocês, foi muito, mas muito doloroso. Aquela casca q criei foi a proteção q encontrei, mas como sabem a casca tm rachaduras e a parte sensível acaba por desabrochar com toda a emoção contida nela. Espero em Deus meus sonhos realizados! A música que resume tudo é Um dia - Reação em Cadeia... Q amanha seja novo dia para um novo começo!!!
Espero que tenham gostado,
Att...
Morena'bio

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Um menino japonês de 9 anos descobriu o dente de um dinossauro do início do período Cretáceo, o mais antigo dos dentes já descobertos no Japão. O jornal local Mainichi Daily News afirma que o dente pertenceu a um dinossauro herbívoro que ruminava cerca de 110 milhões de anos atrás.
Surpreendentemente, o dente descoberto não é muito maior que o dente de um adulto - 5,7 milímetros de comprimento, 3,7 milímetros de largura e 2 milímetros de espessura. O fóssil foi exibido no Museu de Atividades da Natureza e do Homem nesta semana. Segundo o Mainichi Daily News, o desgaste na ponta do dente sugere que ele caiu do dinossauro quando ele ainda estava vivo.
O jovem caçador de dinossauros, Shoki Tanaka, desenterrou o dente fossilizado de uma camada de 110 milhões de anos de arenito no sudoeste do Japão. Vários fósseis já foram encontrados nessa região, incluindo um saurópode gigante descoberto por acaso em 2006.
Este é o quarto grupo de dinossauros herbívoros descobertos na área, o que indica a diversidade de animais na região.

FONTE: Revista Galileu (site)

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Estrela que deveria ter virado buraco negro desafia astronomia


Astrônomos europeus afirmam ter demonstrado a partir de observações do Telescópio Muito Grande (VLT, na sigla em inglês) que uma estrela magnética - um tipo de estrela de nêutrons - se formou a partir de uma estrela com pelo menos 40 vezes a massa do Sol. O resultado desafia as atuais teorias sobre evolução estelar, já que um astro com tanta massa deveria ter se transformado em um buraco negro. Além disso, a descoberta levanta uma nova questão: qual é a massa necessária para dar origem a um buraco negro? As informações são do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), responsável pelo VLT.

Os astrônomos fizeram observações de Westerlund 1, a 16 mil anos-luz da Terra, na constelação do Altar, que é o mais próximo super agrupamento estelar conhecido e contém centenas de estrelas de grande massa. Algumas delas têm luminosidade 1 milhão de vezes maior que a do Sol e outras têm 2 mil vezes o seu diâmetro.

"Se o Sol estivesse situado no centro deste agrupamento, o nosso céu noturno estaria repleto de centenas de estrelas tão brilhantes como a Lua cheia", diz Ben Richie, autor principal do estudo. Apesar da diversidade e da grande população de estrelas, chama a atenção em Westerlund 1 que todas têm aproximadamente a mesma idade, estimada entre 3,5 milhões e 5 milhões de anos, pois o agrupamento se formou a partir de um único evento.

Os astrônomos estudaram mais exatamente uma estrela magnética, que é uma estrela de nêutrons (astros formados a partir de uma explosão de estrela de grande massa, evento conhecido como supernova) com campo magnético extremamente forte - trilhões de vezes mais poderoso que o da Terra.

Westerlund 1 tem uma das poucas estrelas magnéticas conhecidas na Via Láctea e, a partir do estudo desta estrela e das que a circundam, foi possível descobrir como era o astro que deu origem a ela. Uma vez que as estrelas do agrupamento têm aproximadamente a mesma idade, a que explodiu deve ter tido uma vida mais curta, o que indica qual era o seu tamanho.

"Como o tempo de vida de uma estrela está diretamente relacionado com a sua massa - quanto mais massa tem uma estrela, mais curta é a sua vida -, se medirmos a massa de qualquer uma das estrelas sobreviventes, saberemos com certeza que a estrela de vida mais curta que deu origem à estrela magnética deve ter tido ainda mais massa", diz o coautor e líder da equipe que realizou o estudo, Simon Clark. "Isto é extremamente importante, já que não existe nenhuma teoria aceita sobre como se formam estes objetos extremamente magnéticos".

Teorias
As teorias mais aceitas até agora afirmam que estrelas com massa entre 10 e 25 vezes a massa do Sol explodirão como supernovas no final de sua vida e darão origem a estrelas de nêutrons, enquanto aquelas com massa inicial superior a 25 vezes a do Sol se transformarão em buracos negros.

"Estas estrelas têm que se ver livres de mais de nove décimos das suas massas antes de explodirem como supernovas, caso contrário darão antes origem a um buraco negro", diz o coautor Ignacio Negueruela. "Perdas de massa tão elevadas antes da explosão apresentam um grande desafio às atuais teorias de evolução estelar".

Outra explicação
Contudo, os astrônomos também pensam em uma possibilidade para o surgimento de uma estrela magnética a partir de um astro com tanta massa. O mecanismo de formação preferido dos astrônomos postula que a estrela que se transforma em estrela magnética - a progenitora - tenha nascido com uma companheira estelar. A interação entre as duas causa grande ejeção de matéria por parte da progenitora, o que explicaria como ela não se transformou em um buraco negro.

Embora hoje não se observe nenhuma estrela que teria sido companheira da progenitora, os astrônomos afirmam que há a possibilidade de, durante a explosão da supernova, ela ter "expulsado" a estrela companheira do agrupamento a alta velocidade.

"Se este é o caso, então os sistemas binários poderão ter um papel importante na evolução estelar ao originar perda de massa - o derradeiro 'plano de dieta' cósmico para estrelas de grande massa, o qual faz deslocar mais de 95% da sua massa inicial", conclui Clark.

Noticia do Site TERRA.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Cuidado com os dinossauros! Eles ainda dominam a terra!


Um fato pouco conhecido até no meio acadêmico
é o de que as aves são dinossauros. Considera-se
que hoje vivemos na Era dos Mamíferos, mas se
tivermos em conta que há o dobro de espécies de
aves em relação às espécies de mamíferos, os
dinossauros não dominaram apenas o Mesozóico,
na realidade ainda vivemos numa “Era dos
Dinossauros”.

O
Jorge Ferigolo é formado em Medicina (UFSM, 1972), doutorado em Ciências (UFRGS,
1987) e doutorando em Filosofia (Unisinos). Atualmente, é paleontólogo do Museu de
Ciências Naturais da FZB. E-mail: jorge.ferigolo@fzb.rs.gov.br
Ilustração: rainbow.ldeo.columbia.edu/(original de Heilmanns The Origin of Birds)
s dinossauros são a grande paixão de crianças,
adultos e, é claro, dos paleontólogos. Muitos os vêem
como animais terríveis, e é certo que alguns
dinossauros devem ter sido predadores,
principalmente quando caçando em bando, como
se supõe para o Velociraptor. Todavia, alguns deles,
incluindo o Tyrannosaurus rex, talvez tenham sido
apenas necrófagos, e não predadores. As razões dos
paleontólogos são menos conhecidas, sendo a mais
notável a de que as aves são dinossauros. Aves não
são mais consideradas um grupo independente de
vertebrados: elas são dinossauros típicos, e seu mais
especializado grupo. E são cientificamente
“dinossauros avianos”, o que os distingue dos
demais dinossauros, os “não-avianos”, os quais
realmente se extinguiram.
Dinossauros glorificados
A Archaeopteryx (Jurássico superior da
Alemanha) apresentava asas e cauda com penas,
como uma ave atual. Na cabeça e pernas havia
escamas, e tinha ainda dentes, braços com três
dedos em garra e uma longa cauda óssea, como
nos dinossauros. Se não houvesse a impressão das
penas, ela teria sido classificada com um simples
dinossauro, porque até pouco tempo este era o
principal caráter que distinguia aves de dinossauros.
Então, na China, na década de 90, foram coletados
muitos fósseis de dinossauros (como Caudipteryx e
Protarchaeopteryx), não só com penas, também com
outros caracteres antes considerados exclusivos de
aves. Como o Dr. Carlos de Paula Couto, meu saudoso
mestre dizia, as aves são “dinossauros glorificados”.
O fato das aves serem meros dinossauros tem
outras implicações, inclusive para os dias de hoje.
Em paleontologia de vertebrados, o Mesozóico é
informalmente chamado de Era dos Répteis. Não
devido aos “répteis” em geral, mas principalmente
aos dinossauros: entre 220 e 66 milhões de anos
atrás, todo animal com mais de um metro de
comprimento era um dinossauro (pelo que se diz
que eles dominaram a Terra por mais de 100 milhões
de anos).
Era das aves
Devido a uma catástrofe global, há cerca de 66
milhões de anos todos os “dinossauros não-avianos”
já estavam extintos. Mas, um grupo de pequenos
dinossauros dromeossaurídeos não se extinguiu, e
sim deu origem às aves. Com a extinção dos nãoavianos,
iniciou-se o Cenozóico, a Era dos Mamíferos,
que só então sofreram uma significativa
diversificação e atingiram grande porte, embora se
originado no Triássico superior, quase ao mesmo
tempo que os dinossauros.
Mas não foram apenas os mamíferos que tiveram
grande sucesso. Hoje há pouco mais de 5000 espécies
de mamíferos, para mais de 10 mil espécies de aves.
Isto é, há o dobro de espécies de aves viventes para
cada uma de mamíferos. É simples entender por que
hoje não vivemos realmente numa Era dos Mamíferos,
e sim numa “era das aves”. Ou, se quiserem, ainda
vivemos na “era dos dinossauros”.
A ciência tem trazido mudanças radicais na nossa
vida. Nem todas boas. O que ninguém imaginaria é
que um dia os dinossauros fossem trazidos de volta
à vida. Não é no cinema que se vê dinossauros de
verdade, basta abrir a janela!
Texto retirado da Revista do Biólogo maio/2008
Texto de:
Jorge Ferigolo é formado em Medicina (UFSM, 1972), doutorado em Ciências (UFRGS,
1987) e doutorando em Filosofia (Unisinos). Atualmente, é paleontólogo do Museu de
Ciências Naturais da FZB. E-mail: jorge.ferigolo@fzb.rs.gov.br